Um assunto mundialmente discutido e cada vez mais feroz e popular é a Religião. Quem nunca se viu discutindo com um conhecido ou até mesmo um estranho que não aceita a sua crença como a certa para o mundo onde se vive?!
Esse tipo de atitude nos leva a várias perguntas. O que é o livre arbítrio? O que é a fé? Porque pessoas que nunca foram ao oriente são budistas? Tudo isso é resultado de uma combinação de fatores e influências. Desde criança seus pais dizem que você deve ir para as missas no domingo de manhã ou para o culto da noite de sábado. Outros se identificam com certas culturas e simplesmente começam a seguir suas doutrinas religiosas tomando aqueles valores para si.
No Brasil, a religião predominante é o Catolicismo, porém nas últimas décadas é cada vez maior o número de fiéis protestantes, também é comum ver o ser humano exaltando coisas materiais e menos importantes do que o bem estar do próximo, como dinheiro, carro, roupas, coisas totalmente supérfluas que a mídia coloca como sendo o melhor para o próprio. Isso nos coloca dentro de um ciclo sem fim de um mundo materialista e cada vez mais capitalista.
Ontem estava conversando com dois amigos meu e falando de festas e planos para o ano que se iniciou. Certo amigo meu ouvindo toda aquela conversa, logo ficou ofendido com o modo que falávamos das mulheres e das músicas e logo se pronunciou dizendo que estávamos vivendo de uma maneira mundana e errada.
Esse mesmo amigo perguntou, "você acha que isso é o certo, sair pra ficar com garotas e depois nunca mais vê-la?", "Acha que vale a pena ficar difamando a imagem da mulher assim?". Meu outro amigo sem pensar duas vezes logo respondeu "Mano, se elas não se dão valor porque eu deveria dar?". Ficou aquele silêncio brutal onde qualquer alfinete caindo era um grito em meio a um silêncio assustador. Logo nós concordamos que o certo era curtir do jeito que você acha certo.
Religião é semelhante ao futebol e a política, cada um tem o seu ponto de vista e não é um assunto do qual a conversa agrade a todos, porém defendemos com unhas e dentes o que temos.
Mostrando postagens com marcador Augusto Tomáz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Augusto Tomáz. Mostrar todas as postagens
sábado, 13 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Sorrisos e Alegrias Que Amenizam a Dor
Palhaços? Atores? Algo no mínimo curioso que acontece em todo o território nacional é o serviço de voluntários que tiram sorrisos onde muitas vezes existe choro e dor, os responsáveis por tais atos são os "Doutores da Alegria". Para quem não conhece esse trabalho, é uma coisa simples, são pessoas altamente treinadas e muitas vezes formadas em artes cênicas e outros tipos de arte.
Os "Doutores" passam de quarto em quarto dentro de hospitais, oferecendo o tratamento a seus pacientes e acompanhantes cantando, brincando e divertindo-os de uma maneira na qual muitas vezes eles esquecem as dificuldades que estão passando.
Quem Canta os Males espanta!
No hospital de base, localizado no DF, alguns voluntários fazem um trabalho bem parecido com o que os “Doutores” fazem. “Certa vez estava acompanhando meu marido na área de rádio-terapia, quando dois rapazes chegaram com um violão cantando alguns sucessos da MPB, música gospel, e da bossa nova, fiquei maravilhada com o trabalho desses dois jovens garotos, que provavelmente eram de classe média alta”. Afirma Divina Tomáz de Aquino 56 anos funcionária pública.
“Essa ação é muito estimulante tanto para os doentes quanto para os acompanhantes, sem falar dos próprios bem feitores, pois são nos pequenos sorrisos e gestos que se escondem a verdadeira felicidade de se doar e receber” diz Divina.
Por:Augusto Tomáz Aquino
Os "Doutores" passam de quarto em quarto dentro de hospitais, oferecendo o tratamento a seus pacientes e acompanhantes cantando, brincando e divertindo-os de uma maneira na qual muitas vezes eles esquecem as dificuldades que estão passando.
Quem Canta os Males espanta!
No hospital de base, localizado no DF, alguns voluntários fazem um trabalho bem parecido com o que os “Doutores” fazem. “Certa vez estava acompanhando meu marido na área de rádio-terapia, quando dois rapazes chegaram com um violão cantando alguns sucessos da MPB, música gospel, e da bossa nova, fiquei maravilhada com o trabalho desses dois jovens garotos, que provavelmente eram de classe média alta”. Afirma Divina Tomáz de Aquino 56 anos funcionária pública.
“Essa ação é muito estimulante tanto para os doentes quanto para os acompanhantes, sem falar dos próprios bem feitores, pois são nos pequenos sorrisos e gestos que se escondem a verdadeira felicidade de se doar e receber” diz Divina.
Por:Augusto Tomáz Aquino
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Excluídos ou Analfabetos?
Em todo o mundo pessoas tem acesso a uma grande rede de comunicação chamada internet, fazendo novos amigos, matando saudade de conhecidos, e aproveitando de diversas maneiras as novidades que a rede oferece.
Por uma grande parte do povo poder contar com esse tipo de serviço, temos a tal "Inclusão Digital". Já ao contrário da inclusão, temos a "Exclusão digital", que é um problema discutido pelos políticos e pela própria população. A exclusão digital, atinge a maioria da população mundial,são aqueles que não tem acesso a esse tipo de tecnologia e informação, muitas vezes essa parte do povo não tem a mínima noção da existencia de tais avanços tecnológicos.
Já no interior do Brasil
Em uma pequena cidade de GO chamada Cavalcante, pessoas tem acesso a internet, porém não tem conhecimento de certas ferramentas do mundo virtual. Jorge Laia, estudante de 22 anos passou o carnaval por lá, e viu que as pessoas são um tanto quanto "Analfabetas Digitais".
"Estavamos na casa do meu primo, e quando eu conversei com meu amigo através do Skype (programa de conversa de voz), ele ficou apavorado, perguntando-me como aquilo era possivel?!" afirma Jorge.
Não adianta apenas o governo investir em tecnologias para o povo. A população tem que ser mais crítica com a inclusão e com a exclusão digital, para não se tornarem analfabetos da mesma.
Por: Augusto Tomáz Aquino
Por uma grande parte do povo poder contar com esse tipo de serviço, temos a tal "Inclusão Digital". Já ao contrário da inclusão, temos a "Exclusão digital", que é um problema discutido pelos políticos e pela própria população. A exclusão digital, atinge a maioria da população mundial,são aqueles que não tem acesso a esse tipo de tecnologia e informação, muitas vezes essa parte do povo não tem a mínima noção da existencia de tais avanços tecnológicos.
Já no interior do Brasil
Em uma pequena cidade de GO chamada Cavalcante, pessoas tem acesso a internet, porém não tem conhecimento de certas ferramentas do mundo virtual. Jorge Laia, estudante de 22 anos passou o carnaval por lá, e viu que as pessoas são um tanto quanto "Analfabetas Digitais".
"Estavamos na casa do meu primo, e quando eu conversei com meu amigo através do Skype (programa de conversa de voz), ele ficou apavorado, perguntando-me como aquilo era possivel?!" afirma Jorge.
Não adianta apenas o governo investir em tecnologias para o povo. A população tem que ser mais crítica com a inclusão e com a exclusão digital, para não se tornarem analfabetos da mesma.
Por: Augusto Tomáz Aquino
Assinar:
Postagens (Atom)